aprovado no mês passado. É possível que a demora tenha efetivamente contribuído para que o projeto de nova termelétrica que estava inscrito no leilão de energia de 2016 não tenha mais aparecido na listagem de projetos habilitados. No entanto, como esta é uma batalha longa e o texto contém informações relevantes e links com mais informação, resolvemos trazê-lo para o blog. Até porque Fortaleza teve racionamento de água anunciado e é preciso manter o combate ao funcionamento dessas empresas sedentas, poluentes e emissoras no estado do Ceará, contexto em que movimentos sociais, como o "Ceará no Clima" devem oferecer resistência.
A frase que dá nome a este blog foi proferida por Jim Hansen, pesquisador senior da NASA, preso num protesto em frente à Casa Branca. Refere-se à necessidade de que os cientistas do clima comuniquem à sociedade seus conhecimentos pois estes se relacionam a questões cruciais para o futuro do gênero humano e da vida no planeta. O megafone da foto simboliza essa atitude de falar sobre o risco climático em voz alta, de forma enfática e com o maior alcance possível.
quinta-feira, 23 de junho de 2016
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Uma Fratura no Clima
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| O crescimento da demanda por gás na- tural, indevidamente defendido como um "mal menor" em relação aos outros combustíveis fósseis, tem levado à expansão do fracking mundo afora. |
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Brasil: Leilão de Energia com Termelétricas contraria Acordo de Paris
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| Num discurso impecável, DiCaprio defendeu que sejam rapidamente abandonadas as fontes fósseis de energia |
segunda-feira, 28 de março de 2016
Golpe mesmo é o Antropoceno!
Nas últimas semanas, a ebulição política no Brasil, com manifestações de rua, grampos nos telefonemas trocados entre Lula e Dilma, condução coercitiva do ex-presidente e processo de impeachment sobre a atual, documentos da Odebrecht incriminando meio mundo (Aécio, Cunha, Alckmin, Renan Calheiros e quem mais interessar possa), tem deixado pouco espaço para se discutir qualquer outra coisa. Afinal, o que pode ser mais importante do que uma crise política tão aguda, com desdobramentos quase imprevisíveis e que pode levar até a ameaças às liberdades democráticas com grupos fascistas ou similares se assanhando? Então... Acreditem... tem coisa bem mais relevante e bem mais perigosa. Os que quiserem saber do meu posicionamento político sobre a atual conjuntura brasileira, é fácil. Basta dar uma olhadinha em minhas páginas pessoais nas redes sociais. Mas aqui, o assunto, como vocês sabem, é clima. E na semana passada, dois artigos caíram como verdadeiras bombas, fazendo com que a crise climática, que já se sabia ser potencialmente muito perigosa, se revelasse muito pior, mais profunda, mais rápida: um na Nature Geoscience e outro, encabeçado por James Hansen na Atmospheric Chemistry and Physics. Os conteúdos são de arrepiar. Mostram que golpe mesmo é o Antropoceno. Mas antes de chegarmos lá, algumas considerações...
segunda-feira, 14 de março de 2016
50 Ilhas e 1 destino - Por Caio Almendra
Assim, a única causa de um país ir ao fim é a perda de soberania por perda de território. Até o século passado, isso só acontecia em uma situação: guerra. No final do século passado, outra situação foi aventada em Nauru. Nesse século, podemos ver outra situação acontecer em mais de 50 ilhas e três nações.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
E o clima? Por um verdadeiro debate sobre o pré-sal.
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| Senador José Serra, autor do projeto que favorece as grandes corporações do ramo petroquímico e potencializa as emissões de CO2. |
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Balanço da COP21. Parte III: Onde estão os recursos para resolver a crise climática?
Nos três textos anteriores de análise dos resultados da COP21 (aqui, aqui e aqui) mostrei que, apesar de o Acordo sinalizar como objetivo limitar o aquecimento global em níveis "bem inferiores a 2°C acima dos valores pré-industriais", existe uma incompatibilidade entre as orientações genéricas para os anos do pico de emissões e do "equilíbrio entre fontes e sumidouros" e este mesmo objetivo. O aparente senso de urgência expresso na parte introdutória do Acordo de Paris, não é materializado em medidas práticas à altura dessa mesma urgência. Como é impossível resolver a crise climática sem atingir o sistema econômico que a causou, fica claro que, do ponto de vista material, a generalidade nas metas pariu a timidez nas ações. Em particular, a mobilização de recursos e a política de transferência de tecnologias apresentados são de uma insuficiência gritante, mostrando que não pode haver maior inimigo do clima do que a proteção implícita dos interesses privados, dos privilégios e privilegiados, das corporações e dos países ricos.
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Tenho uma confissão a fazer. Nessa história toda de aquecimento global, estamos vivendo uma enorme farsa. Mentiras de todo lado. Falsi...
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A "profundidade" do discurso da esquerda oficial em torno da exploração do pré-sal é inversamente proporcional à profundidade...






