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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Um Nordeste mais árido: outro provável legado das mudanças climáticas

Capa e verso do número mais recente da Revista Brasileira de
Meteorologia, que inclui artigo sobre projeções de balanço
hídrico sobre o Nordeste ao longo do século XXI.
O artigo "Projeções de Mudanças Climáticas sobre o Nordeste Brasileiro dos Modelos do CMIP5 e do CORDEX" de autoria de Guimarães et al. (o primeiro autor, Sullyandro Guimarães, foi meu orientando de mestrado e eu, junto com outros colegas e ex-alunos, sou um dos co-autores) foi recém-publicado na Revista Brasileira de Meteorologia. Até onde sei é a primeira análise de fôlego usando conjuntamente os dados disponíveis do CMIP5 (Coupled Model Intercomparison Project, 5th Phase), isto é, modelos globais e do CORDEX (Coordinated Regional Climate Downscaling Experiment), isto é, modelos regionais, voltada para a região. O conjunto de simulações inclui as "rodadas" feitas por nosso grupo de pesquisa aqui mesmo na Universidade Estadual do Ceará e aproveito o espaço não apenas para divulgar o trabalho e aproveitar para falar um pouco da modelagem climática feita para e por estas bandas, como também para agradecer a todos que o compõem. Devo dizer, porém, que, entrando no que realmente interessa, o "clima" de comemoração encerra aí, afinal o resumo do artigo encerra falando de uma "tendência de aumento de aridez sobre o NEB durante este século". Antes porém, de falar de porque devemos considerar seriamente os resultados do "Sullas" (como carinhosamente o chamamos) para o fim do século, vamos falar do contexto atual, de uma seca provavelmente inédita.

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