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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Política energética nos EUA: Clima em Perigo

EUA: canalha negacionista defensor do carvão versus candidata
que aceita a Ciência do Clima mas mantém pesados compromis-
sos com a indústria fóssil, especialmente do gás natural. E aí?
No próximo dia 08 de novembro, a população dos EUA irá às urnas, tendo duas candidaturas com chances reais de vitória: o republicano Donald Trump e a democrata Hillary Clinton, que derrotou, num processo bastante questionável, a pré-candidatura de Bernie Sanders, que tinha um conjunto de propostas bastante adequadas para o enfrentamento das mudanças climáticas.

A conjuntura em que se dá a disputa presidencial é crítica para o clima global, pois embora o Acordo de Paris seja claramente insuficiente para a solução da crise climática (o que foi exaustivamente demonstrado em nosso blog em uma série de artigos), o país o ratificou, juntamente com a China. Embora as mudanças climáticas estejam ficando praticamente de fora dos debates, a questão energética entrou como um dos tópicos do debate realizado agora há pouco. Infelizmente, o que o debate revelou nesse quesito é que temos muitos motivos para nos preocuparmos qualquer que seja o desfecho das eleições.

domingo, 10 de março de 2013

Mudanças Climáticas Globais e Leilões do Petróleo no Brasil - Parte I: A quem interessam. A quem não.


A Ciência do clima é muito clara: o sistema climático está realmente aquecendo, este aquecimento é causado pela acumulação de gases de vida estufa de vida longa, especialmente dióxido de carbono (seguido de metano, óxido nitroso e halocarbonetos) e a origem desse desequilíbrio químico atmosférico está nas atividades humanas, especialmente no uso de combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás natural), como estabelecido nos relatórios de avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (Intergovernmental Panel on Climate Change, IPCC), especialmente o AR4 [1].

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Presidentes

"Nós temos de responder à ameaça da mudança climática, sabendo que se recusar a fazê-lo seria trair nossas crianças e as futuras gerações". "Pode ser que alguns ainda neguem o posicionamento contundente da ciência, mas ninguém pode fugir dos impactos devastadores de incêndios furiosos, secas debilitantes e tempestades mais poderosas".  Essas palavras não são de James Hansen, ou Michael Mann. Tampouco de Bill McBibben, fundador da 350.org, ou de um dirigente do Greenpeace ou do WWF. São de Barack Obama, no discurso de posse para seu segundo mandato.

O vergonhoso silêncio que perdurou por quase toda a campanha presidencial foi quebrado primeiro pelo furacão Sandy, que matou 253 pessoas (131 nos EUA) e acumulou prejuízos de mais de 65 bilhões de dólares. Depois, o próprio Obama teve de retirar a cabeça da areia e, já no discurso da celebração da vitória, render-se ao óbvio.

Copo "meio cheio" não salva uma casa em chamas

Alok Sharma, presidente da COP26, teve de conter as lágrimas no anúncio do texto final da Conferência, com recuo em tópicos essenciais ...

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