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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

2017: Dez Imagens de um Ano de Extremos

2017 provavelmente deve encerrar como o 3° mais quente do registro histórico, atrás de 2016 e 2015, anos influenciados pelo segundo mais intenso evento de El Niño já registrado e segundo a NOAA, de Janeiro a Novembro, a anomalia média de temperatura combinada sobre continentes e oceanos era de +0,96°C. Mas não nos enganemos que isso represente uma "pausa" ou uma redução do fenômeno do aquecimento global. Pelo contrário, mostra que mesmo sem a ajuda da variabilidade natural (sem El Niño), a contribuição humana segue sendo determinante para esquentar perigosamente nosso planeta. E nesse sentido, não podemos esquecer dos eventos extremos, que ceifam vidas humanas e não-humanas e colocam em sério risco os ecossistemas. Nesta publicação, vamos mostrar dez imagens de extremos que marcaram 2017. A última vai deixar você perplexo(a).

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

A resposta, meu amigo, está soprando ao vento...

Irma, chegando a Cuba. Imagen da NASA.
"Quantas vezes um homem deve olhar para cima antes de conseguir ver o céu?
Sim, e quantos ouvidos um homem deve ter para poder conseguir ouvir as pessoas chorarem?
Sim, e quantas mortes serão necessárias até ele saber que pessoas demais morreram?
A resposta, meu amigo, está soprando ao vento!
A resposta está soprando ao vento..."  (Bob Dylan)

sábado, 9 de setembro de 2017

Sobre Irma e Harvey, texto de Michael Mann et al., traduzido por Adriano Facioli

Os furacões Irma e Harvey devem acabar com qualquer dúvida de que a mudança climática é real. Não podemos continuar fingindo.
Michael E. Mann, Susan J. Hassol e Thomas C. Peterson
The Washington Post, 07/09/2017
Quando começamos passar a limpo o furacão Harvey, o furacão mais úmido já registrado, despejando até 50 polegadas de chuva em Houston em três dias e aguardando a chegada de Irma, o furacão mais poderoso já registrado no Oceano Atlântico, as pessoas estão perguntando : Qual é o papel das mudanças climáticas induzidas pelo homem nesses eventos, e de que outra forma nossas próprias ações aumentaram nossos riscos?
Os princípios físicos fundamentais e as tendências meteorológicas observadas demonstram que já conhecemos algumas das respostas - e já há bastante tempo.

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