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| Atmosfera e Biosfera para o capital: "Você não soube me amar!" |
A frase que dá nome a este blog foi proferida por Jim Hansen, pesquisador senior da NASA, preso num protesto em frente à Casa Branca. Refere-se à necessidade de que os cientistas do clima comuniquem à sociedade seus conhecimentos pois estes se relacionam a questões cruciais para o futuro do gênero humano e da vida no planeta. O megafone da foto simboliza essa atitude de falar sobre o risco climático em voz alta, de forma enfática e com o maior alcance possível.
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quarta-feira, 22 de setembro de 2021
Até Quando Continuaremos Desviando do Foco? Parte I - Remoçãozinha de Carboninho
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Transporte Individual: Contra-Mão, Beco sem Saída, Fim da Linha!
Há números que correm em paralelo aos recordes do clima e que com estes se entrelaçam. Vão da demanda e do uso de energia, ao consumo de agrotóxicos e fertilizantes; da extinção de espécies e perda de biodiversidade aos acidentes de trânsito; da área perdida de florestas à quantidade de rios represados; enfim, à concentração de CO2 atmosférico e demais gases de efeito estufa. Se forem feitos gráficos dessas variáveis em função do tempo, a marca comum a todas elas é o crescimento acelerado, ou, como é ensinado nos bancos escolares, um crescimento em progressão geométrica ou exponencial.
Neste texto, abordarei recordes e curvas exponenciais visíveis para qualquer pessoa que passa pelas ruas e avenidas de qualquer grande cidade brasileira (ou, na verdade, da ampla maioria de grandes cidades do mundo). Referem-se ao trânsito, uma das arenas de um dos fenômenos paralelos ao aquecimento global: o enlouquecimento global.
domingo, 25 de novembro de 2012
As Mudanças Climáticas e as Cidades
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| Evento extremo em 22/06/2012, em Fortaleza |
Como tenho afirmado em diversos textos, a questão climática põe em evidência, como poucas, a desigualdade em escala mundial. Os capitalistas, os ricos, os países centrais são, historicamente, aqueles que emitem gases de efeito estufa em grande escala. O habitante médio de países como os EUA, o Canadá e a Austrália apresenta uma “pegada” de carbono mais de 100 vezes maior do que a média dos habitantes de Moçambique, Somália, Afeganistão, Mali, Etiópia... E de maneira cruel, os impactos das mudanças climáticas tendem a incidir de forma muito mais intensa precisamente sobre os pobres dos países pobres; sobre aqueles que não se beneficiaram do “desenvolvimento” proporcionado pelo desvario fóssil.
A relação entre o clima e os assentamentos humanos é multifacetada e
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