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"Colapso Hídrico e Ecossocialismo". Na mesa, a partir da es-
querda, eu, Prof. Alexandre Pessoa, Deputado Estadual Flávio
Serafini, Vereador Renato Cinco, Profa. Flávia Braga e Prof.
Carlos Vainer. |
Reproduzo aqui meu artigo publicado no site da
Fundação Lauro Campos, por ocasião do Dia Mundial da Água e aproveito para falar de outras atividades que tenho desenvolvido. É que a agenda das últimas semanas têm sido bastante intensa. No início do mês estive em Canindé para uma reunião e em Santa Quitéria para uma palestra. No Dia 16/03, Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas, me fiz presente em Audiência Pública na Assembleia Legislativa do Ceará, onde tive oportunidade de mostrar à Presidente da Comissão de Meio-Ambiente e ao Secretário do governo estadual e a todos/as presentesos dados absurdos de emissões de CO2 e consumo de água por uma única termelétrica, para na sequência seguir ao Labomar, instituto vinculado à Universidade Federal do Ceará, para uma palestra no evento "Crise Hídrica: a gota d'água!". No Dia 21/03, participei de debate na FM Universitária (um encontro emocionante de ciência com poesia, ao lado de Henrique Beltrão e João Figueiredo), cujo áudio está
disponível online e em mesa, em evento do RUA-Juventude Anticapitalista junto com a liderança indígena Clécia Pitaguary. Três dias depois, integrantes do Fórum Ceará no Clima fizemos uma tentativa de entrega da
petição contra o subsídio da água para a UTE-Pecém e visitei minha eterna casa, a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (pertenci aos quadros da instituição por mais de uma década e meia e hoje vários dos estudantes que foram orientados por mim estão vinculados a ela), para palestrar sobre o Dia Meteorológico Mundial com o tema "Clima: Conhecer para Agir". E a agenda segue, ontem e hoje no Rio de Janeiro (ontem, ocorreu a mesa "Colapso Hídrico e Ecossocialismo", no Plenário da Câmara Municipal). Oxalá seja um sinal de que o debate ambiental e as profundas (e incômodas, reconheço) reflexões que ele traz para as esferas econômica e política estejam deixando de ser objeto de preocupação de meia dúzia.