| Apelidada de "rainha das privatizações", Elena Landau não nega o aquecimento global. Apenas defende uma política econômica que o agravará! |
A frase que dá nome a este blog foi proferida por Jim Hansen, pesquisador senior da NASA, preso num protesto em frente à Casa Branca. Refere-se à necessidade de que os cientistas do clima comuniquem à sociedade seus conhecimentos pois estes se relacionam a questões cruciais para o futuro do gênero humano e da vida no planeta. O megafone da foto simboliza essa atitude de falar sobre o risco climático em voz alta, de forma enfática e com o maior alcance possível.
Mostrando postagens com marcador Petrobrás. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Petrobrás. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 9 de março de 2018
Aquecimento Global como Argumento para Privatizar a Petrobrás: Sobre a lógica às avessas de Elena Landau
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
Brasil na contramão: enquanto a temperatura sobe, a broca de perfuração desce.
(Adaptação de artigo publicado na NACLA/Report of the Americas)
Link para o original: http://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/10714839.2017.1409018
A ciência é nítida: o clima está aquecendo como resultado da acumulação de gases de efeito estufa na atmosfera, em particular o dióxido de carbono, mas também o metano, o óxido nitroso e os halocarbonetos. A fonte desse desequilíbrio químico é, em geral, antrópica, especialmente devido ao consumo e uso de combustíveis fósseis, como o carvão, o petróleo e o gás natural. O grande volume de evidências sobre o aquecimento global vem de um conjunto abrangente de observações, incluindo não apenas medidas da temperatura da superfície, mas também medições do ar superior e estimativas do satélite. Estas evidências são altamente consistente com as observações de outros fatores do sistema climático, incluindo o aumento do nível do mar, a perda de gelo marinho e o recuo das geleiras, a acumulação de calor e a acidificação nos oceanos mundiais e mudanças em uma grande quantidade de ciclos biogeoquímicos complexos. Os recordes consecutivos de temperaturas da superfície média global em 2014, 2015 e 2016 não são, portanto, coincidências. E 2017, mesmo sem El Niño, encerrou essencialmente empatado com 2015, apenas um décimo de grau abaixo de 2016.
Link para o original: http://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/10714839.2017.1409018
![]() |
| Artigo publicado na revista NACLA (Report of the Americas) |
segunda-feira, 17 de abril de 2017
Greenwashing: o Ogro Filantropo
Segundo a Wikipédia: "Greenwashing (do Inglês green, verde, a cor do movimento ambientalista, e washing, lavagem, no sentido de modificação que visa ocultar ou dissimular algo), em português, lavagem verde; é um anglicismo que indica a injustificada apropriação de virtudes ambientalistas por parte de organizações (empresas, governos, etc.) ou pessoas, mediante o uso de técnicas de marketing e relações públicas. Tal prática tem como objetivo criar uma imagem positiva, diante a opinião pública, acerca do grau de responsabilidade ambiental dessas organizações ou pessoas (bem como de suas atividades e seus produtos), ocultando ou desviando a atenção de impactos ambientais negativos por elas gerados".
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
E o clima? Por um verdadeiro debate sobre o pré-sal.
![]() |
| Senador José Serra, autor do projeto que favorece as grandes corporações do ramo petroquímico e potencializa as emissões de CO2. |
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Refinaria: porque comemorar a sua não vinda!
![]() |
| Capa de um dos principais jornais cearenses a respeito da decisão da Petrobrás. Muito pior seria chorar por um óleo derramado. A não-vinda da Refinaria é, pelo contrário, motivo para comemorar! |
Sem que isto represente de minha parte nenhuma solidariedade ao governo federal e estadual, que propagandearam a refinaria, iludiram e capitalizaram em cima da promessa, para mim há algo muito mais importante em jogo.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Petróleo e Institutos de Pesquisa: Ciência para quê? Ciência para Quem?
![]() |
| Estudantes de Harvard dizem NÃO ao dinheiro da indústria de combustíveis fósseis. |
Um movimento bastante interessante tem começado a ganhar corpo dentro de algumas universidades dos EUA, incluindo a hiper-prestigiada Harvard. A reivindicação fundamental é a de que a Universidade rejeite recursos da indústria de combustíveis fósseis. Em um artigo anterior, discuti o papel que alguns movimentos sociais poderiam cumprir, mas de certa forma ficou uma lacuna em relação ao movimento de estudantes (e também a uma possível intervenção política da comunidade acadêmica como um todo).
Assinar:
Postagens (Atom)
Copo "meio cheio" não salva uma casa em chamas
Alok Sharma, presidente da COP26, teve de conter as lágrimas no anúncio do texto final da Conferência, com recuo em tópicos essenciais ...
Mais populares este mês
-
A indústria da carne produz enormes impactos ambientais e climáticos, mas, ao exagerá-los, Cowspiracy termina prestando um desserviço:...
-
Um exemplo de completa irresponsabilidade jornalística. Menos de 24 horas após publicada, milhares de pessoas já haviam acessado, ...
-
Há números que correm em paralelo aos recordes do clima e que com estes se entrelaçam. Vão da demanda e do uso de energia, ao consumo de...
-
A "profundidade" do discurso da esquerda oficial em torno da exploração do pré-sal é inversamente proporcional à profundidade...
-
Tenho uma confissão a fazer. Nessa história toda de aquecimento global, estamos vivendo uma enorme farsa. Mentiras de todo lado. Falsi...




